Palavras-chave:
Comunidade bacteriana, Resíduo de mandioca, solo
Resumo
Introdução: Este estudo investigou a influência da manipueira na comunidade bacteriana do solo, comparando dois tratamentos: um com manipueira (M2) e outro sem manipueira (M1). Objetivo: avaliar como a aplicação desse resíduo poderia modificar a diversidade e abundância das bactérias presentes nas amostras de solo. Foram coletadas amostras em quatro diferentes tempos (T0, T1, T2 e T3). Método e Resultados: Foram isoladas 146 cepas, sendo 65 do tratamento M1 e 81 do tratamento M2. As análises de diversidade bacteriana não revelaram diferenças significativas entre os tratamentos, além de não haver diferenças significativas na composição da comunidade bacteriana. No entanto, o tratamento M2 apresentou maior abundância de microrganismos em comparação ao M1. A identificação revelou uma predominância do gênero Clostridium, recorrente em ambos os tratamentos. Outros gêneros identificados incluem Corynebacterium, Lactobacillus, Pseudomonas, Staphylococcus, Enterobacteriaceae. Conclusão: Embora a manipueira não afete a diversidade bacteriana do solo, pode contribuir para um aumento na abundância microbiana influenciando a dinâmica do ecossistema do solo.
Biografia do Autor
Andresa Martins, UFOPA
Bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Pós graduada em Análises Clínicas pela Faculdade Metropolitana de Manaus (FAMETRO)
Ana Clara Morais, UFOPA
Bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPa); Mestranda em Biodiversidade pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Anna Célia Sarmento, UFOPA
Bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Mestre em Biodiversidade pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Letícia Rodrigues, UFOPA
Bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Suellen Neves, UFOPA
Bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Especialista em Saneamento e Tecnologia Hídrica pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Mestranda em Biociências pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).
Ivan Júnior, UFOPA
Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Mestre em Biociências pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Mateus Terceti, UFOPA
Doutor em Microbiologia e Parasitologia pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha); Docente da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Graciene Fernandes
Docente da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Coordenadora do Laboratòrio de bacteriologia (LABAC)